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Freitas do Amaral

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Entre as grandes personalidades da III República, Freitas do Amaral é uma das que deixa marca profunda no desenho das instituições políticas da democracia portuguesa. Desde a sua participação no Conselho de Estado, durante os meses que se seguiram ao 25 de Abril de 1974, até à primeira revisão constitucional de 1982, foi clara a sua posição sobre o figurino político que o país deveria adoptar: eleições livres; a legitimidade revolucionária dos militares de Abril esgotava-se na restituição do direito de escolha aos eleitores; e um regime capitalista temperado por uma política de forte pendor social. Chamado a redigir o programa do I Governo Provisório que se seguiu ao 25 de Abril, fundou pouco depois um novo partido, o CDS, o qual sobreviveu com dificuldade ao conturbado processo da revolução. As suas ideias iam ganhando espaço na esfera política nacional e Freitas do Amaral assumindo pastas nos governos. Porém, gradualmente, afasta-se do partido que fundou e aproximar-se-á do PS, tendo assumido, na condição de independente, a pasta dos Negócios Estrangeiros no Governo de José Sócrates. Retirado da vida política, Freitas do Amaral continua a ser solicitado a pronunciar-se sobre os mais problemas jurídicos e políticos de Portugal.

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